
MINHA VIDA DE REPÓRTER
A partir de hoje, farei publicações da minha de coletânea de reportagens policiais e afins para as emissoras de rádio, tv e jornais, ao longo de mais de 35 anos de efetivo serviço como repórter. Incentivado pela minha querida amiga Ingrid Farias, também jornalista, decidi 'arrancar do quengo' os mais curiosos casos que foram destaques na época que ocorreram. Houve relutância de minha parte porque sou preguiçoso para escrever sobre o que fiz nessa minha vida profissional. Ela (Ingrid), entretanto, ficava ora estarrecida, alarmada com as minhas histórias, ora se divertia com o que ela chama de "peripécias do Jota", kkkkkkkkkkk..!!!!. Confesso que já recebi convite de um dos editores da "Nossa Livraria Editora" para escrever um livro sobre a retranca acima. Não levei a coisa à sério. Me acho muito "chifrin" para assinar um livro. A Ingrid, todavia, faz questão de levar essa proposta adiante e já falou que iria me ajudar a escrever. Desde que ela me falou, passei a vasculhar minha memória para extrair 'do meu HD' alguns dos casos que repercutiram na época que aconteceram, como esse que vou narrar, agora. Gostaria de saber a opinião dos amigos que visitarem meu blog. Vamos nessa.
BIU DO OLHO VERDE
Na década de 80, o Recife viveu momentos de terror por causa de um marginal que tinha a fama de ser cruel, perverso até demais. Seu nome, Severino...(qualquer coisa). Seu apelido: “Biu do Olho Verde”.Lembro apenas que ele tinha uns 18 anos de idade, era branco cabelos louros, olhos verdes, aproximadamente 1,75 de altura, analfabeto de pai e mãe e brabo que só “siri na lata”. A fama do homem correu os quatro cantos desse Estado e foi essa a grande preocupação da Polícia, uma espécie de “Serial Killer”...A sua crueldade, segundo a Polícia, se devia à maneira como ele tratava suas vítimas, geralmente, mulheres. Utilizando um alicate de ponta como arma ou instrumento de tortura, esse cara costumava ameaçar suas vítimas, na hora do assalto, afirmando que se elas não cooperassem apertaria o bico dos seios até sair sangue, imaginem..!
Se era verdade ou não, só o próprio poderia me revelar. Agora, cadê coragem ! A fama do homem assustava até a Polícia, como falei anteriormente. Algumas vezes, conversando nas delegacias com os delegados e agentes, notava o terror estampado no rosto de cada um só de pensar na probabilidade do ‘meliante’ (adjetivo empregado pela Polícia quando se refere a um elemento de alta periculosidade). Diariamente, divulgava notícias sobre suas façanhas. Agora, continuar naquela situação sem tomar uma iniciativa parecia coisa de babaca e isso, decididamente, não era. Enfim, criei coragem e decidi investigar por conta própria aquela história desse marginal.
Comecei pelos rascunhos das notícias procurando nomes de possíveis vítimas daquele bandido e não foi difícil, tinha um punhado delas. Vasculhando os endereços, observei que tinha mais mulheres que homens e isso me deixava intrigado. Escolhi um dos endereços: VÍTIMA: Analí Bezerra dos Santos. Garota tinha 18 anos incompletos. Era uma jovem bonita, filha única de um casal de ambulantes que morava no Córrego do Euclides, na época logradouro do bairro de Casa Amarela. Nas minhas anotações extraídas dos livros de ocorrências da única Delegacia de Plantão, na rua Arthur Coutinho, no bairro de Santo Amaro, dizia que a mesma havia sido assaltada e ameaçada de morte pelo bandido.
Contudo, antes de procurar a jovem para obter as informações que desejava para desmistificar o tal “Biu do Olho Verde”, achei melhor “entregar o ouro prô bandido” abrindo o berreiro no programa de televisão que apresentava: Blitz Ação Policial – o maior sucesso de audiência da televisão pernambucana. Lembro que lancei um desafio ao marginal, taxando-o de vagabundo, fuleiro e outros ‘predicados’ com o intuito de provoca-lo, mesmo..! Ao mesmo tempo, pedi que qualquer pessoa que tivesse sido vítima do marginal que entrasse em contato comigo por telefone que eu teria a maior satisfação de ouvir. Ao mesmo tempo, ousado em excesso, criticava a Policia alegando que os policiais eram frouxos e outros babados. Coisa de louco desvairado..!!
De fato. Logo depois ‘daquele anúncio’ choveram telefonemas. Alguns pareciam”estórias de Troncoso”. Outros, entretanto, mereciam uma atenção especial. Foi aí que cheguei à conclusão que a maioria das vítimas não queriam aparecer na reportagem, pasmem, “para não comprometer o rapaz que apenas era mais um bandido “fabricado” pela polícia”. Pó..! eu fiquei embasbacado com essa história. Apenas duas delas me contaram (ou inventaram) suas histórias de que o elemento teria assaltado e, com um alicate de unhas (instrumento de manicure), ameaçado arrancar-lhes os bicos dos seios se não passassem a grana. Mesmo assim, quando perguntava como era o Biu elas me contaram que o moço “ é lindo, louro e perfumado”.
Intrigado com esses relatos e ainda com o receio delas (as vítimas) se omitirem a dar informações “para não prejudicar o rapaz”, conversei com um comissário, amigo meu e este me falou: “Jota, essas putas estão é com frescura. Vai ver que se apaixonaram por esse cara e tão fazendo a polícia de besta..!”. Em parte concordei com ele e estava prestes a abandonar aquela idéia maluca de desafiar bandido quando o inimaginável me aconteceu: dois sujeitos, mal encarados, se aproximaram de mim quando caminhava pela rua da Aurora, sozinho, em direção da tv, com a minha prancheta e um velho gravador “National Panasonic” e ‘ordenaram’ que eu deveria acompanhá-los até o então “estacionamento periférico da rua da Aurora” sem fazer qualquer alarde para não me prejudicar. Arrisquei uma pergunta: o que é que vcs querem comigo? A resposta: “feche o bico e ande”. Diante disso, não tive outra alternativa: obedecer cegamente.
Chegando num determinado ponto do estacionamento, quase em frente do Edifício Capibaribe, me “guiaram” até onde se encontrava estacionado um opala cupê, preto. A porta traseira se abriu e me mandaram embarcar no veículo. É bom frisar que eu estava morto por dentro, tremia que só “vara verde” porque achava que seria morto naquele momento. Sentado, no banco traseiro, me deparei com o mais procurado bandido daqueles tempos: “BIU DO OLHO VERDE” em pessoa..! Com ares de “Poderoso Chefão”, sentado comodamente, de óculos escuros “Ray ban” e com um poderoso colt 45 (arma exclusiva das Forças Armadas) no colo, Biu mandou que eu fizesse uma gravação.
Muito calmo, absolutamente “senhor de si”, tirou os óculos e pude ver seus olhos. Realmente, eram verdes (naquela época não existiam lentes de contato). Tirou o gorro da cabeça e observei que o mesmo tinha cabelos louros. Foi aí que ele contou a sua história: “Jota, eu não sou fulêro. Sou macho e esses cabras da Polícia são tudo maricas, tendeu?...Num adianta, véi..tu ficar me xeretando porque tu não vai arrumá nada, sacou? Num sei nem que danado é um alicate de unha, porra..! Nunca ameacei ninguém de beliscar os peitos se não me der dinheiro, tendeu? Agora, já mandei uns cinco prô inferno, ta ligado?. Eu gosto de dinheiro e mulé...e tem que ser boa, visse? Mulé merda eu nem paro..! Pergunta às mulé se eu maltratei alguma delas..!”
E continuou: “Agora, tu acaba de frescura, porque tu num agüenta ferro, mesmo..! Tu é repórter merda..tu só tem goga porque tá na tv, tendeu?. Outra coisa: tu andou bisbilhotando a vida de minha nega. Eu tou sabendo”. Deu uma pausa e falou para o motorista que a tudo ouvia sem dizer uma só palavra: “Vai lá no outro carro e traz Anali”. Aí foi que fiquei boquiaberto..! Pouco tempo depois, se acomodou no banco conosco, a garota que eu pensava que era vítima: Anali em carne e osso..! Depois ele mandou ela gravar, também e ela falou: “eu sou Anali e pronto...Biusinho não é o que tão dizendo por aí e pronto”. Em seguida, “BIU DO OLHO VERDE” me ordenou: “Vai...sai...sai...sai...e num olha pra traz..tu só fede a merda..vai” e me empurrou. Sai andando, sem olhar pra traz, claro, é fui apressadamente para a redação da tv. Suando frio, mal conseguia falar para a galera o que tinha acontecido comigo. Finalizando, esse foi o maior erro de estratégia do famigerado bandido porque, quando ele mandou que a sua “nega” gravasse uma mensagem com os dizeres acima, cantou a bola e a Polícia foi em cima dele logo no dia seguinte de madrugada, a sua prisão seguida de um tiroteio infernal, aconteceu na residência da garota no momento que dormia. Quando os tiras chegaram e anunciaram a parada, ele acordou a mandou bala, mas os policiais foram mais espertos e conseguiram capturar os dois. Ele ainda viveu alguns anos no Aníbal Bruno até falecer. Ela, Anali, não sei do seu paradeiro. Depois foi confirmado que ele jamais utilizou alicate como arma e que tudo tinha sido “armação” da Polícia para torná-lo ‘famoso’ e assim “queimá-lo” na primeira oportunidade. Ela, realmente, tinha prestado uma queixa de araque na polícia, dizendo que tinha sido vítima do cara mas só para confundir os canas. Acredita-se, até, que as demais “vítimas” também tenham inventado essa fantasia, à exemplo das supostas vítimas da “Perna Cabeluda” (que muita gente já ouviu falar). Ufffa..!!!
............................
SÓ PARA DESCONTRAIR:
“Dizem que casamento é a forma mais cara de comer uma mulher de graça. O cara que disse isso não sabe o custo-divórcio. Na próxima encarnação quero nascer AMEBA, que se reproduz sozinho. Isso pode se chamar de auto-foda”.
(Extraído do site www.aquinaogenesio.blogspot.com).
Na década de 80, o Recife viveu momentos de terror por causa de um marginal que tinha a fama de ser cruel, perverso até demais. Seu nome, Severino...(qualquer coisa). Seu apelido: “Biu do Olho Verde”.Lembro apenas que ele tinha uns 18 anos de idade, era branco cabelos louros, olhos verdes, aproximadamente 1,75 de altura, analfabeto de pai e mãe e brabo que só “siri na lata”. A fama do homem correu os quatro cantos desse Estado e foi essa a grande preocupação da Polícia, uma espécie de “Serial Killer”...A sua crueldade, segundo a Polícia, se devia à maneira como ele tratava suas vítimas, geralmente, mulheres. Utilizando um alicate de ponta como arma ou instrumento de tortura, esse cara costumava ameaçar suas vítimas, na hora do assalto, afirmando que se elas não cooperassem apertaria o bico dos seios até sair sangue, imaginem..!
Se era verdade ou não, só o próprio poderia me revelar. Agora, cadê coragem ! A fama do homem assustava até a Polícia, como falei anteriormente. Algumas vezes, conversando nas delegacias com os delegados e agentes, notava o terror estampado no rosto de cada um só de pensar na probabilidade do ‘meliante’ (adjetivo empregado pela Polícia quando se refere a um elemento de alta periculosidade). Diariamente, divulgava notícias sobre suas façanhas. Agora, continuar naquela situação sem tomar uma iniciativa parecia coisa de babaca e isso, decididamente, não era. Enfim, criei coragem e decidi investigar por conta própria aquela história desse marginal.
Comecei pelos rascunhos das notícias procurando nomes de possíveis vítimas daquele bandido e não foi difícil, tinha um punhado delas. Vasculhando os endereços, observei que tinha mais mulheres que homens e isso me deixava intrigado. Escolhi um dos endereços: VÍTIMA: Analí Bezerra dos Santos. Garota tinha 18 anos incompletos. Era uma jovem bonita, filha única de um casal de ambulantes que morava no Córrego do Euclides, na época logradouro do bairro de Casa Amarela. Nas minhas anotações extraídas dos livros de ocorrências da única Delegacia de Plantão, na rua Arthur Coutinho, no bairro de Santo Amaro, dizia que a mesma havia sido assaltada e ameaçada de morte pelo bandido.
Contudo, antes de procurar a jovem para obter as informações que desejava para desmistificar o tal “Biu do Olho Verde”, achei melhor “entregar o ouro prô bandido” abrindo o berreiro no programa de televisão que apresentava: Blitz Ação Policial – o maior sucesso de audiência da televisão pernambucana. Lembro que lancei um desafio ao marginal, taxando-o de vagabundo, fuleiro e outros ‘predicados’ com o intuito de provoca-lo, mesmo..! Ao mesmo tempo, pedi que qualquer pessoa que tivesse sido vítima do marginal que entrasse em contato comigo por telefone que eu teria a maior satisfação de ouvir. Ao mesmo tempo, ousado em excesso, criticava a Policia alegando que os policiais eram frouxos e outros babados. Coisa de louco desvairado..!!
De fato. Logo depois ‘daquele anúncio’ choveram telefonemas. Alguns pareciam”estórias de Troncoso”. Outros, entretanto, mereciam uma atenção especial. Foi aí que cheguei à conclusão que a maioria das vítimas não queriam aparecer na reportagem, pasmem, “para não comprometer o rapaz que apenas era mais um bandido “fabricado” pela polícia”. Pó..! eu fiquei embasbacado com essa história. Apenas duas delas me contaram (ou inventaram) suas histórias de que o elemento teria assaltado e, com um alicate de unhas (instrumento de manicure), ameaçado arrancar-lhes os bicos dos seios se não passassem a grana. Mesmo assim, quando perguntava como era o Biu elas me contaram que o moço “ é lindo, louro e perfumado”.
Intrigado com esses relatos e ainda com o receio delas (as vítimas) se omitirem a dar informações “para não prejudicar o rapaz”, conversei com um comissário, amigo meu e este me falou: “Jota, essas putas estão é com frescura. Vai ver que se apaixonaram por esse cara e tão fazendo a polícia de besta..!”. Em parte concordei com ele e estava prestes a abandonar aquela idéia maluca de desafiar bandido quando o inimaginável me aconteceu: dois sujeitos, mal encarados, se aproximaram de mim quando caminhava pela rua da Aurora, sozinho, em direção da tv, com a minha prancheta e um velho gravador “National Panasonic” e ‘ordenaram’ que eu deveria acompanhá-los até o então “estacionamento periférico da rua da Aurora” sem fazer qualquer alarde para não me prejudicar. Arrisquei uma pergunta: o que é que vcs querem comigo? A resposta: “feche o bico e ande”. Diante disso, não tive outra alternativa: obedecer cegamente.
Chegando num determinado ponto do estacionamento, quase em frente do Edifício Capibaribe, me “guiaram” até onde se encontrava estacionado um opala cupê, preto. A porta traseira se abriu e me mandaram embarcar no veículo. É bom frisar que eu estava morto por dentro, tremia que só “vara verde” porque achava que seria morto naquele momento. Sentado, no banco traseiro, me deparei com o mais procurado bandido daqueles tempos: “BIU DO OLHO VERDE” em pessoa..! Com ares de “Poderoso Chefão”, sentado comodamente, de óculos escuros “Ray ban” e com um poderoso colt 45 (arma exclusiva das Forças Armadas) no colo, Biu mandou que eu fizesse uma gravação.
Muito calmo, absolutamente “senhor de si”, tirou os óculos e pude ver seus olhos. Realmente, eram verdes (naquela época não existiam lentes de contato). Tirou o gorro da cabeça e observei que o mesmo tinha cabelos louros. Foi aí que ele contou a sua história: “Jota, eu não sou fulêro. Sou macho e esses cabras da Polícia são tudo maricas, tendeu?...Num adianta, véi..tu ficar me xeretando porque tu não vai arrumá nada, sacou? Num sei nem que danado é um alicate de unha, porra..! Nunca ameacei ninguém de beliscar os peitos se não me der dinheiro, tendeu? Agora, já mandei uns cinco prô inferno, ta ligado?. Eu gosto de dinheiro e mulé...e tem que ser boa, visse? Mulé merda eu nem paro..! Pergunta às mulé se eu maltratei alguma delas..!”
E continuou: “Agora, tu acaba de frescura, porque tu num agüenta ferro, mesmo..! Tu é repórter merda..tu só tem goga porque tá na tv, tendeu?. Outra coisa: tu andou bisbilhotando a vida de minha nega. Eu tou sabendo”. Deu uma pausa e falou para o motorista que a tudo ouvia sem dizer uma só palavra: “Vai lá no outro carro e traz Anali”. Aí foi que fiquei boquiaberto..! Pouco tempo depois, se acomodou no banco conosco, a garota que eu pensava que era vítima: Anali em carne e osso..! Depois ele mandou ela gravar, também e ela falou: “eu sou Anali e pronto...Biusinho não é o que tão dizendo por aí e pronto”. Em seguida, “BIU DO OLHO VERDE” me ordenou: “Vai...sai...sai...sai...e num olha pra traz..tu só fede a merda..vai” e me empurrou. Sai andando, sem olhar pra traz, claro, é fui apressadamente para a redação da tv. Suando frio, mal conseguia falar para a galera o que tinha acontecido comigo. Finalizando, esse foi o maior erro de estratégia do famigerado bandido porque, quando ele mandou que a sua “nega” gravasse uma mensagem com os dizeres acima, cantou a bola e a Polícia foi em cima dele logo no dia seguinte de madrugada, a sua prisão seguida de um tiroteio infernal, aconteceu na residência da garota no momento que dormia. Quando os tiras chegaram e anunciaram a parada, ele acordou a mandou bala, mas os policiais foram mais espertos e conseguiram capturar os dois. Ele ainda viveu alguns anos no Aníbal Bruno até falecer. Ela, Anali, não sei do seu paradeiro. Depois foi confirmado que ele jamais utilizou alicate como arma e que tudo tinha sido “armação” da Polícia para torná-lo ‘famoso’ e assim “queimá-lo” na primeira oportunidade. Ela, realmente, tinha prestado uma queixa de araque na polícia, dizendo que tinha sido vítima do cara mas só para confundir os canas. Acredita-se, até, que as demais “vítimas” também tenham inventado essa fantasia, à exemplo das supostas vítimas da “Perna Cabeluda” (que muita gente já ouviu falar). Ufffa..!!!
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SÓ PARA DESCONTRAIR:
“Dizem que casamento é a forma mais cara de comer uma mulher de graça. O cara que disse isso não sabe o custo-divórcio. Na próxima encarnação quero nascer AMEBA, que se reproduz sozinho. Isso pode se chamar de auto-foda”.
(Extraído do site www.aquinaogenesio.blogspot.com).
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