terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Olha eu aqui de novo..!

Olá, amigos...!

Ùltimamente, ando 'pendurado' na WEB, navegando nos sites ricos em informações interessantes que, acredito, sejam do agrado de quem gosta de novidades. Vejam só o que descobri e que devem "estourar" como manchetes nos jornais:

Acosta, do Náutico, apela a Bivar um 'lugarzinho' no Sport:

Em meio as especulações sobre seu futuro, o uruguaio Acosta se articula nos bastidores. O atacante do Náutico esteve, na semana passada, na casa do presidente do Sport, Milton Bivar. Em um jantar, o vice-artilheiro da Série A pediu pessoalmente ao dirigente rubro-negro para se transferir para a Ilha do Retiro. O jogador alegou que não pretendia sair do Recife, onde sua família está bastante adaptada, e que não queria permanecer nos Aflitos devido aos salários atrasados.

Acompanhado da esposa e das filhas, Acosta parecia bastante à vontade durante o jantar - falou de futebol e de seu país, o Uruguai. Apenas em alguns momentos, as conversas evoluíram para uma possível negociação entre o jogador e o Sport. Em nenhum instante, comentaram as cifras desta transação.

Procurado ontem à tarde para comentar o encontro, o presidente do Sport, Milton Bivar, disse que não queria se envolver em "assuntos mal resolvidos do Náutico". Questionado então se negava a informação, o dirigente disse que não tinha nada para falar sobre a visita do uruguaio Acosta.

A relação da família Bivar com o atacante uruguaio ficou muito estreita na última semana. Tanto, que no próximo dia 22, Acosta será patrono de uma festa beneficente na boate Club Nox, em Boa Viagem. A casa noturna é de propriedade do DJ Leo B., um dos filhos do presidente Milton Bivar.

Situação - Acosta tem seu passe preso ao Cerrito (URU). Hoje, o primeiro contrato do uruguaio com o Náutico se encerra. Porém, os alvirrubros têm outro que estende a permanência do jogador nos Aflitos até o fim da próxima temporada. Esta foi a manobra encontrada pela diretoria timbu para conseguir alguns "trocados" com a negociação do vice-artilheiro da Série A.

Até o momento, São Paulo, Santos e Cruzeiro já admitiram publicamente o interesse pela contratação de Acosta. Segundo o vice-presidente alvirrubro, Mauricio Cardoso, apenas o time mineiro fez uma proposta oficial para contratar o uruguaio. A diretoria cruzeirense propôs a liberação em definitivo do lateral-esquerdo Júlio César em troca do atacante.
(Da redação do pernambuco.com)

Essa história vai dar muito o que falar. Parece que as coisas no Clube Náutico Capibaribe não andam muito bem, financeiramente. A julgar pelas declarações supostamente feitas pelo atacante uruguaio, destaque entre os melhores do Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão. a pergunta é: onde anda os cartolas alvirubros cheios de grana ?

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Pacto pela Vida: Enfim sai do papel..!

Em uma concorrida apresentação, na tarde da última terça-feira (8), no Salão dos Banquetes do Palácio do Campo das Princesas, o Governo do Estado apresentou o Pacto pela Vida. Trata-se de um plano estadual de combate à violência que tem a difícil missão de tirar Pernambuco da incômoda posição de primeiro lugar no ranking dos estados mais violentos do País. O documento (que pode ser baixando na íntegra clicando aqui) traz ações de curto, médio e longo prazo, que incluem uma revitalização do aparelho de segurança pública do estado (reforma nas delegacias, construção de presídios e capacitação para as polícias) e ações estruturadoras, que visam atacar as causas da violência.

O desafio agora é tirar o plano do papel e conseguir mobilizar diversos atores, tanto do poder público quanto da sociedade civil. Transformar o combate à violência em uma bandeira de todos, independentemente da orientação política. O carro-chefe do plano é a redução de 12% no número de homicídios em Pernambuco, até abril de 2008. Seria o equivalente a impedir a realização de mais de 500 assassinatos, sejam quais foram os motivos que levem os seres humanos a matarem uns aos outros.


Foto: Gil Vicente/DP
Desenhado desde o mês de março por uma comissão formada por representantes da sociedade civil e de várias secretarias estaduais e coordenado pelo pesquisador José Luiz Ratton (foto), o Pacto pela Vida terá que ser iniciado com o orçamento previsto pela gestão anterior. Segundo o governador Eduardo Campos, a previsão de orçamento para a área de segurança pública para 2007-2008, em sua gestão, é de 9% da receita estadual, que é de R$ 11 bilhões.

Entusiasmado e firme em suas declarações, Eduardo Campos não conseguiu esconder a vontade de que os resultados do plano sejam uma vitrine da sua gestão, em nível nacional. Ele já antecipou que a íntegra do plano deve ser levada para ser aplicada também no Ceará e que o documento será mostrado ao Governo Federal para que seja aplicado em outros estados. “A realização deste estudo é um ato de coragem e que vai representar um salto cultural importante para o estado. É uma forma de canalizar a indignação que levou Pernambuco a ser considerado por oito vezes como o estado mais violento do país e não apenas de transferir a responsabilidade para a União e os municípios”, afirmou.

Campos ainda ressaltou que nunca aceitou indicações políticas para os cargos de segurança e que venceu preconceitos e dificuldades para conquistar o apoio do Executivo e do Legislativo para a iniciativa. “Esse projeto tem começo, meio e fim. Não é um instrumento político. É uma resposta à sociedade”, disse o governador que ainda garantiu ter humildade para apresentar os resultados que efetivamente foram atingidos e os que deixaram de ser cumpridos.

Responsável por todo o trabalho que levou à construção do plano, o pesquisador José Luiz Ratton explicou que a meta de reduzir em 12% o número de mortes violentas praticadas no estado foi calculada com base na realidade do estado e que o percentual pode até ser superado, a depender da condução das ações.

De acordo com ele, as ações foram elaboradas com base em experiências nacionais e internacionais bem sucedidas, já testadas em cidades como Diadema (São Paulo), Bogotá (Colômbia) e Nova Iorque. Quanto aos indicadores que serão estabelecidos para medir a eficácia do pacto, o pesquisador afirmou que ainda serão estudados porque precisam alinhas não apenas os resultados práticos das ações policiais, mas as participações de outras secretarias e entidades.


Foto: Teresa Maia/DP
Proposta - Em linhas gerais, o documento apresentado esta tarde tem seis linhas de ações: repressão qualificada; prevenção social do crime e da violência; informação e gestão do conhecimento; formação e capacitação; aperfeiçoamento institucional; e participação e controle social. A versão final do Plano foi aprovada na Plenária do Fórum Estadual de Segurança Pública, ocorrida no dia 21 de abril, presidida pelo Governador Eduardo Campos e composta por 13 Secretários de Estado e 15 representantes da sociedade civil organizada, que foram indicados através de Fóruns e Redes de alta representatividade social em Pernambuco.

A proposta que quer tirar o estado do ranking dos mais violentos do Brasil é composta por 15 programas e 37 subprogramas, totalizando 136 projetos diferentes. A execução das ações está prevista para começar já este mês e todo o trabalho deve ser coordenado, de perto, pelo governador Eduardo Campos. Ele já manifestou a vontade de controlar a aplicação das medidas e pediu empenho de toda a sua equipe de governo.
(Da reedação do pernambuco.com)

Deus permita que o governador Eduardo Campos leve adiante essa causa. Com a implantação desse plano, associada à iniciativa do MPPE de conscientizar a sociedade da necessidade de utilizar o instrumento da denúncia no combate à criminalidade, é possível tirar o nosso Estado do vergonhoso primeiro lugar (o MPPE diz ser o segundo) no 'ranking' da criminalidade. (Comentem, se desejar)

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Agora, vamos falar de SAÚDE. À propósito, o que você sabe sobre DENGUE?

A doença é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, infectado pelo vírus da dengue. O doente apresenta sintomas como febre, moleza no corpo, dores de cabeça, muscular, nas juntas e atrás dos olhos, manchas no corpo, sensação de desmaio ou tonturas, podendo surgir manifestações hemorrágicas.

O vírus da dengue possui quatro variantes e, no Brasil, há dois tipos da doença, que não são específicos para as dengues clássica e hemorrágica. A dengue hemorrágica ocorre quando já houve um primeiro contato com a doença, mas não é transmitida necessariamente na segunda picada do mosquito. As chances, porém, são maiores por causa da redução da imunidade. Um terceiro tipo da dengue já foi identificado no Rio de Janeiro, em Roraima e na Bahia.

Com a picada do Aedes aegypti, infectado pelo vírus da dengue, aparecem sintomas, como febre, moleza no corpo, dores de cabeça, muscular, nas juntas e atrás dos olhos. Essas manifestações podem evoluir para manchas no corpo, sensação de desmaio ou tonturas, caracterizando a dengue hemorrágica, que pode levar à morte dependendo do tempo levado para o início do tratamento da doença.

O período de incubação do vírus pode variar de três a 15 dias, por isso a recomendação dos médicos é de procurar um hospital ou posto de saúde assim que os sintomas começarem a aparecer. O paciente deve evitar a auto-medicação, principalmente, a ingestão de remédios, como Ácido Acetil Salicílico (o AAS) e Doril.

Prevenção:

A orientação da Secretaria de Saúde para a prevenção da doença que já virou epidemia no Estado é de eliminar os focos de concentração do mosquito, que se aloja em sacos de lixos, plantas d'água, pneus, garrafas vazias. Outra medida preventiva é deixar bem vedados caixa d'água, tonéis, baldes e outros reservatórios, evitando o acúmulo de água. O ambiente ideal para a reprodução do mosquito Aedes aegypti é água limpa e parada.

Tratamento:

Para evitar grande fluxo nas emergência dos hospitais, a orientação é que os portadores de dengue clássica procurem o posto de saúde mais próximo e evitem a ingestão de remédios com Ácido Acetil Salicílico (AAS, Aspirina, Doril etc). No caso de dengue hemorrágica, deve-se procurar um dos hospitais de referência (Hospital Universitário Oswaldo Cruz e Barão de Lucena).

Tipos de dengue:

Forma assintomática: nesta forma da doença, os sintomas não são perceptíveis nem causam transtornos ao paciente. As estimatimas indicam que, durante em uma epidemia de dengue, ocorre um caso assintomático para cada cinco casos sintomáticos.

Forma indiferenciada: é facilmente confundida com uma gripe simples. Como os sintomas são leves, muitos pacientes nem sequer procuram orientação médica. Na maior parte das vezes, a evolução da doença acontece sem maiores complicações.

Formas atípicas: além dos sintomas clássicos, a dengue pode manifestar-se com formas clínicas atípicas, simulando outras doenças. È o que acontece na hepatite pelo vírus da dengue, que se manifesta com febre, dor abdominal e vômitos, sendo muito parecida com outras hepatites virais. Outra manifestação, embora muito rara, pode afetar o sistema nervoso central ou os nervos periféricos. Essas formas podem aparecer durante a evolução da doença ou no período de recuperação.

Dengue clássica: começa normalmente com febre alta, dor de cabeça, dor e/ou ardência nos olhos, dor no corpo e, algumas vezes, nas articulações. Por volta do terceiro ou quarto dia surgem manchas vermelhas pelo corpo, que coçam quando começam a desaparecer. São mais comuns nas extremidades, mas costumam aparecer com freqüência no corpo todo. Também pode ocorrer dor abdominal, náuseas, vômitos e diarréia. Na fase de recuperação, o doente pode apresentar fraqueza e depressão por até dois meses. Na dengue clássico, embora não seja comum, podem ocorrer sintomas hemorrágicos leves, como sangramentos nas gengivas e no nariz. Para os médicos, estas manifestações não caracterizariam a chamada febre hemorrágica da dengue, a forma mais grave da doença. Nestes casos, o acompanhamento médico é indispensável.

Febre hemorrágica da dengue: os sintomas iniciais se parecem com os da dengue clássico, com uma febre que dura de dois a sete dias, e depois baixa de repente. A principal manifestação da doença é a grande queda do número de plaquetas (responsáveis pela coagulação do sangue). Isto só pode ser detectado através de exames. Com isso, podem aparecer pontinhos roxos pelo corpo (petéquias) e hemorragias na gengiva, no nariz, no útero e no sistema digestivo. Se não for tratada, a febre hemorrágica pode desenvolver complicações e levar à morte. Por isso, é fundamental que o doente procure assistência médica caso ocorra qualquer sintoma mais grave da doença.
(Da redação do pernambuco.com)

Sejamos sinceros. O governo está fazendo a sua parte divulgando informações importantes sobre essa doença que, na sua forma clássica derruba qualquer cristão, imagine ela sendo hemorrágica ?. O danado é que, se houver o empenho da população em seguir as orientações da Vigilância Sanitária, é possível erradicar essa doença de nossas vidas, concordam? (Comentem, se desejar)


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